Comecei a sentir algo dentro de mim e pensei... isto é uma emoção! Neste caso, uma e-emoção pois teve, na sua génese, a internet.
Percebi logo que se tratava de algo positivo. Tentei catalogá-la, para além disso, mas tive alguma dificuldade.
De qualquer forma, senti que teria que partilhá-la convosco e... cá está o vídeo do YouTube que a causou!
E a si, que emoções lhe causou este vídeo?
quarta-feira, 25 de março de 2009
terça-feira, 10 de março de 2009
Pai, a Lucy já respondeu?
Pois é, depois da Floribela, a Lucy tornou-se um fenómeno televisivo para os mais novos. A minha filha (a R.) partilha desta ideia e vê, com frequência o programa. Quase que poderia dizer que é fã da apresentadora.
Num dos rodapés habituais que passam durante o programa, convidavam a pequenada a enviar emails para poderem participar no show, cantando, dançando ou jogando, seja mostrando um animal de estimação.
A R. depositou, num papel, a esperança de uma participação, escrevendo cuidadosamente o email anunciado.
Quando acordei e fui ter com ela à sala, depois de um beijo apressado, mostrou-me orgulhosa o seu papel da esperança e quase que me obrigou a escrever o email
“Lucy.
Eu sou a R. e gostava de ir ao teu programa mostrar o meu cão (yorkshire mini-mini) que se chama Farroquito mas ele é um pouco maroto mas é muito querido.
Se quiseres também posso ir dançar sevilhanas com as minhas amigas e com a minha professora.
Gosto muito de ti
beijinhos.”
Desde esse dia que me pergunta “Pai, a Lucy já respondeu?”
A minha resposta neativa vai variando pelo que ela insistiu...
"Olá Lucy,
Nunca mais me respondeste à minha pergunta. Espero bem que respondas rápido.
Obrigada,
R."
A sua compreensão forçada destes fenómenos tem-na feito perguntar, cada vez menos, pela… resposta da Lucy.
E eu, ingenuamente, lá me vou lembrando de alguém que está na Suiça e me diz que por lá “todas as cartas ou emails têm uma resposta mesmo que seja désolé madame! ou não temos resposta para lhe dar!”
É, para mim, interessante ver como a esperança e a motivação se transformam, no mínimo, em desesperança e descrédito.
Désolé, R., désolé Lucy!
Num dos rodapés habituais que passam durante o programa, convidavam a pequenada a enviar emails para poderem participar no show, cantando, dançando ou jogando, seja mostrando um animal de estimação.
A R. depositou, num papel, a esperança de uma participação, escrevendo cuidadosamente o email anunciado.
Quando acordei e fui ter com ela à sala, depois de um beijo apressado, mostrou-me orgulhosa o seu papel da esperança e quase que me obrigou a escrever o email
“Lucy.
Eu sou a R. e gostava de ir ao teu programa mostrar o meu cão (yorkshire mini-mini) que se chama Farroquito mas ele é um pouco maroto mas é muito querido.
Se quiseres também posso ir dançar sevilhanas com as minhas amigas e com a minha professora.
Gosto muito de ti
beijinhos.”
Desde esse dia que me pergunta “Pai, a Lucy já respondeu?”
A minha resposta neativa vai variando pelo que ela insistiu...
"Olá Lucy,
Nunca mais me respondeste à minha pergunta. Espero bem que respondas rápido.
Obrigada,
R."
A sua compreensão forçada destes fenómenos tem-na feito perguntar, cada vez menos, pela… resposta da Lucy.
E eu, ingenuamente, lá me vou lembrando de alguém que está na Suiça e me diz que por lá “todas as cartas ou emails têm uma resposta mesmo que seja désolé madame! ou não temos resposta para lhe dar!”
É, para mim, interessante ver como a esperança e a motivação se transformam, no mínimo, em desesperança e descrédito.
Désolé, R., désolé Lucy!
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